Depois que houve a redução do número de integrações de três para uma e o aumento da tarifa desta modalidade de R$ 4 para R$ 4,57 no transporte público da cidade de São Paulo, a SP Trans registrou uma queda na quantidade de integrações de passageiros de ônibus de 58,4 milhões, de fevereiro, para 50,4 milhões, em março.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, o número de integrações de ônibus diminuiu ainda mais, chegando a uma diferença de 16 milhões de passageiros que não mais utilizam a modalidade para fazer suas viagens.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), as estatísticas indicam que os passageiros podem estar fazendo menos baldeações ou parte do trajeto a pé. A entidade também sugere que os trabalhadores têm mudado o percurso diário para economizar, principalmente aqueles que moram nas regiões mais periféricas da cidade e que realizam trajetos mais longos.

Outra informação que merece destaque é que o volume de passagens no mês de março aumentou 41% em relação ao mês anterior. Em 2018 esse número era de apenas 15%. O dado revela que, agora, parte dos passageiros têm pago duas vezes para chegar ao mesmo destino.

Desde o dia 1º março, o passageiro que utiliza o vale-transporte pode fazer duas viagens em até três horas usando preço de uma tarifa. Anteriormente eram até quatro viagens em duas horas. A posição da Prefeitura de São Paulo é de que não cabe a ela arcar com os custos que, por lei, são de responsabilidade dos empregadores.

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