O leilão de privatização da SPTuris, que administra o Anhembi, foi remarcado para acontecer no dia 16 de agosto. O novo edital, publicado na última sexta-feira (12/7) no Diário Oficial de São Paulo, atende a exigência do Tribunal de Contas do Município e estipula valor mínimo de R$1,45 bilhão para a venda do complexo.

Tanto instituições financeiras como fundos de investimento, além de empresas nacionais e estrangerias poderão participar do leilão, e aquele que oferecer o maior valor pelo lote único das ações será declarado o vencedor.

O Anhembi tem cerca de 376,9 mil metros quadrados e é formado pelo Sambódromo, Pavilhão de Exposições e Palácio de Convenções. O comprador terá de realizar, obrigatoriamente, o Carnaval e outros eventos de interesse da cidade em até 75 dias por ano, além disso, arcará com a preservação do Sambódromo.

Investimentos na ZN

O vereador Police Neto propôs duas emendas já sancionadas pelo prefeito junto com a aprovação do projeto de privatização do Anhembi que prevem investimentos na região onde está localizado o complexo, de forma a levar contrapartidas aos moradores locais com a venda do equipamento.

Uma das emendas obriga que 20% do valor arrecadado com o leilão seja direcionado como recurso a ser injetado no Zona Norte. A outra assegura que 100% da outorga onerosa (contrapartida para construir até o limite máximo da área) seja reservada para a mesma finalidade.

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