Meu trabalho na Câmara Municipal nestes primeiros seis meses de 2019 foi marcado por duas grandes linhas de ação. Diversos projetos que apresentei e tenho defendido focam em vencer o grande desafio de gerar empregos e estimular a economia, inclusive por meio de uma regulação adequada, eficiente e justa com o empreendedor.

Neste campo, destaca-se o incentivo ao teletrabalho, forte tendência de muitas áreas econômicas, em especial aquelas ligadas à tecnologia e economia criativa como um todo, setor que mais deve crescer nas próximas décadas.

Também tenho me dedicado – aliás, desde meados do ano passado – a construir uma regulação para a micromobilidade e a micrologística – entregas de curta distância – capaz de garantir a segurança de todos e evitar restrições proibitivas e demagógicas que acabam inviabilizando setores aptos a gerar rapidamente centenas de milhares de empregos. Da mesma forma que no debate de aplicativos de transporte, combater a falta de visão de normas exageradamente proibitivas é uma necessidade urgente.

No plenário da Câmara, também foi necessário enfrentar muitas vezes a visão antiquada da política de privilégios e altos impostos que os sustentam. Várias destas batalhas não foram vitoriosas, apesar do grande esforço para esclarecer, denunciar e obstruir as votações  problemáticas. Alguns exemplos são a manutenção dos aumentos abusivos do IPTU, que bateram 100% de reajuste ilegal, o restabelecimento do pagamento de jetons para secretários e os supersalários da Prefeitura, todos eles com meu voto contrário.

Enfrentar estas disputas com aqueles que não entenderam que a população não aceita mais estas condições continuará exigindo, no próximo semestre, o empenho e mobilização efetiva da sociedade. Caso contrário, o passado continuará guiando os destinos da cidade.

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