Quando o vereador José Police Neto apresentou o projeto de lei 421, ainda em agosto de 2015, que regulamentava o uso dos aplicativos para transporte na capital paulista, vislumbrando para cidade o que já era uma realidade em outras metrópoles, muitos setores da sociedade e parlamentares observaram a medida com desconfiança ou fizeram pressão para que o texto não caminhasse na Câmara.

Pouco mais de três anos depois, é inegável a transformação pela qual passaram todos os 39 municípios da região metropolitana de São Paulo, tanto nos quesitos mobilidade urbana, qualidade de serviço, liberdade de escolha por parte dos consumidores, como geração de empregos.

Segundo informações levantadas pela Uber, o número de motoristas cadastrados no app só na cidade de São Paulo chega a 150 mil. Em todo o território nacional, a empresa conta com cerca de 600 mil parceiros em mais de 100 cidades, além de 22 milhões de usuários.

Estes números ficam ainda mais expressivos com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a sondagem – divulgada pelo Estadão no último dia 27 , hoje, 17% de todos os autônomos no Brasil têm os aplicativos, incluindo apps de diversos serviços, como principal fonte de renda, o que representa 3,8 milhões de pessoas em um universo de 23,8 milhões de trabalhadores.

Outro dado relevante, divulgado pelo Instituto Locomotiva, dá conta de que aproximadamente 17 milhões de brasileiros, entre profissionais liberais, autônomos e mesmo pessoas que têm outros empregos, utilizam algum aplicativo para obter renda regularmente.

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Comentários
  • Thiago Luz
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    Vereador Police Neto sempre defendeu a mobilidade urbana, mesmo antes dessa palavra se tornar assunto. Obrigado vereador por sempre estar a frente de seu tempo, e pensar as políticas públicas de forma séria e sempre visando o bem da coletividade.

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